UMA PEQUENA HISTÓRIA DA PRAÇA SANTA LUZIA LADO DO SOL II

A PEQUENA HISTÓRIA DAS RESIDÊNCIAS DA PRAÇA SANTA LUZIA LADO DO SOL

CAPITULO II

A pequena história das residencias da Praça Santa Luzia Lado do Sol, continua no tereno onde antes floria o jardim do Sobrado dos Macieis. Pelas mãos de seu adquirente José Francelino de Oliveira, no dito local foram contruídas duas casas.

Na primeira uma casa com o lado esquerdo encostado no sobrado e o direito todo alpendrado com piso de mosaico chamativo, Zé Farncelino e sua esposa dona Cléa Lima Oliveira, tiveram os filhos Zamenhof, Flávio e Tereza Neuma.

Homem de vida exclusivamente dedicada à família, foi para o conforto desta, que Francelino edificou ao lado da mencionada primeira casa, outra morada, recuada e isolada nos lados, moderna, de dois pavimentos, sendo ela a única, na praça no estilo bangalô.

José Francilino, seus alunos e seus dois filhos Flávio e Zamenhof

Trabalhador como poucos, haja vista o número de suas atividades – monitor do curso de datilografia, agricultor, contador, professor de esperanto -, cidadão que sempre soube cultivar amizades, sem acepção de pessoas, Francelino, tanto é amigo de padres, lideres católicos, políticos, personalidades importantes, bem como gosa da amizade de gente mais liberal, como, na época, os companheiros excurcionistas de Paulo Afonso, da qual, hoje, ele é o único vivo, eram eles Mario Mendes, Mesquita Pinheiro, Zé Bruno Maciel, Zé Farias, Zé Ricardo, Oziel Rabelo, Adauto Pinto, seu Ernesto, o motorista e outro companheiro de nome Ananias, que não era Arruda, claro. Veja crônica: “Causa ou Intenção” neste blog.

Quando a família se mudou para o bangalô, a casa velha foi alugada para Mario Mendes, depois para o Sr José Leitinho, Coletor Estadual, pai de José Leitinho Jr, Maria Celi e Fernando. Também morou naquela casa a família do seu Dantas, cujos filhos eram José Olavo, Ernani, Teresa, Maria do Carmo e Icaro.

No mesmo local das casas de Francelino, atualmente, funcionam a “Comida Caseira” e uma das unidades de restaurantes do empresário José Valter e O Banco do Nordeste.

Aguarde no próximo capitulo: A Casa de Dona Emília Viana, a dona do cinema.

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4 comentários para “UMA PEQUENA HISTÓRIA DA PRAÇA SANTA LUZIA LADO DO SOL II”

  1. Marilza Maciel de Figueiredo disse:

    Oi, eu sou filha da Maria Alice Maciel Figueiredo e José Figueiredo, Marilza!
    Adorei seu site e gostaria que você entrasse em contato conosco.
    Gosto muito de saber da história da nossa familia!
    Inclusive tenho um convite para uma festa na “AFAMA”, de vinte anos atras…
    Agora não sei se foi você ou seu pai quem esteve no apartamento aqui em São Paulo, no Bairro da Consolação.

    Enfim, quero muito entrar em contato com vocês, grande abraço!

    Marilza Maciel (e sua neta, mariana)

  2. Marilza Maciel de Figueiredo disse:

    Estou esperando resposta!
    Quero muito entrar em contato com vcs! :D

  3. Maninho disse:

    Prezada Marilza

    Enviei sua mensagem para um amigo Pedro Angelo Figueiredo, ele ficou muito emocionado pelo fato de poder, se comunicar contigo, isso naturalmente se quizeres.

    Seu email é Pedroangelo@netbandalarga.com.br

    Maninho

  4. Lourdita Barsi disse:

    Maninho, lembro também , que do lado sol, moravam várias famílias dos Viana, como D. Emília, D. Lili, D. Lica e seu Orlando, além da família do meu avô, Quincas Pinheiro e do seu João Mundico , na casa onde morou a minha bisavó Mundinha Sampaio.

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